A terapia com a tecnologia CAR-T para tratar certos tipos de câncer vem revolucionando a medicina oncológica, aumentando a sobrevida global em três anos de 10% para 59%, e a sobrevida livre de progressão de 6% para 48%. Agora, o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a Fiocruz e a UnB trabalham para levá-la até o SUS
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Terapia com a tecnologia CAR-T para tratar certos tipos de câncer vem revolucionando a medicina oncológica. O Instituto Nacional de Câncer (INCA), a Fiocruz e a UnB trabalham para levá-la até o SUS
Se o câncer de ovário for diagnosticado de forma precoce, a sobrevida em cinco anos é superior a 90% e a cirurgia é, geralmente, o único tratamento necessário. O uso de ferramentas de IA como a que está em estudo pelo Laboratório de Bioinformática e Biologia Computacional do INCA pode aumentar os percentuais de diagnóstico precoce.
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Através da análise de microRNAs circulantes no organismo, tecnologia é capaz de estimar com mais precisão o risco de evolução do câncer de ovário mais agressivo
Laços de fitas coloridas, símbolos da prevenção a diferentes tipos de câncer e outras doenças: no primeiro levantamento nacional representativo sobre o que os brasileiros sabem, pensam e fazem em relação à questão, foram ouvidos 6.566 adultos de todo o país entre setembro e outubro de 2025. A crença de que o câncer é inevitável pode representar uma barreira silenciosa à adoção de comportamentos protetores.
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Até 40% dos cânceres podem ser evitados com mudanças de comportamento e de exposição ambiental. A crença de que a doença é inevitável pode representar uma barreira à adoção de atitudes que protegem
O Atlas Tumoral da População Brasileira é um projeto inovador do Instituto Nacional do Câncer (INCA) para diagnóstico, tratamento e prognóstico de uma população miscigenada como a nossa.
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Ao estruturar uma plataforma nacional de dados, o Atlas busca criar as bases para uma nova geração de estudos sobre câncer no país
Há projeção de aumento em 21% no número de casos de câncer colorretal entre 2030 e 2040. Este impulsionamento deve-se pelo envelhecimento populacional, dietas ricas em alimentos ultraprocessados, sedentarismo e obesidade.
Imagem gerada por IA, via Envato Labs
Estudoestimou 635.253 mortes por câncer colorretal entre 2001 e 2030, correspondendo a 12,6 milhões de anos potenciais de vida produtiva perdidos, e perdas de produtividade da ordem de US$ 22,6 bilhões
Apesar dos altos custos de produção, a CAR-T, uma imunoterapia personalizada, tem avançado como um tratamento revolucionário em todo o mundo. Iniciativas atuais buscam baratear os custos no Brasil e somam esforços para sua implementação futura no SUS.
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Maior desafio atualmente é democratizar o acesso investindo no preparo dessas células nos centros de tratamento onde os pacientes se encontram
Mapear o território tumoral pode abrir caminhos para terapias mais precisas: novas ferramentas como a transcriptômica espacial revelam por que o contexto do tumor faz diferença.
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Nova geração de tecnologias começa a revelar algo até então invisível e essencial tanto para a pesquisa como para o tratamento do câncer: onde os genes estão ativos dentro dos tecidos doentes?
O laço rosa, símbolo da luta contra o câncer de mama: estudo conduzido pelos autores deste artiugo analisou dados de 63.663 mulheres diagnosticadas com câncer de mama invasivo entre 2012 e 2019.
Foto: WBMUL / Envato
Em câncer de mama, tumores diagnosticados em fases iniciais têm maiores chances de cura e exigem tratamentos menos agressivos. Quando o diagnóstico atrasa, o tratamento se torna mais complexo e a sobrevida diminui
Mulheres seguram as fitinhas rosa que simbolizam a luta contra o câncer de mama: no Brasil, pretas e jovens são a maioria entre as mulheres que recebem diagnóstico tardio da doença.
Reprodução / Iniciativa Global do Câncer de Mama - OMS
Hipótese é de que constituição genética, constituição epigenética e comportamentos possam explicar a maior agressividade do câncer de mama em mulheres negras
Doutora em Ciências e bacharel em Farmácia. Atua como pós-doutoranda em Oncologia no Laboratório de Bioinformática e Biologia Computacional, Instituto Nacional de Câncer (INCA)
Pesquisador Titular, chefe do Programa de Carcinogênese Molecular, da Divisão de Pesquisa Básica e Experimental e coordenador o programa de pós-graduação em Oncologia, Instituto Nacional de Câncer (INCA)
Pesquisadora Titular, líder do Laboratório de Bioinformática e Biologia Computacional e docente do programa de pós-graduação em Oncologia do INCA, Instituto Nacional de Câncer (INCA)
Pesquisador e chefe do Programa de Terapia Celular e Gênica e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Genômica do Câncer e Medicina de Precisão para o SUS, Instituto Nacional de Câncer (INCA)