A Universidade Federal de Santa Maria foi a primeira universidade federal criada no interior, fora de uma capital brasileira. Esse fato representou um marco importante no processo de interiorização do ensino universitário público no Brasil e contribuiu para o Rio Grande do Sul tornar-se o primeiro Estado da Federação a contar com duas universidades federais. Está sediada em Santa Maria (Rio Grande do Sul, Brasil), bairro Camobi, na Cidade Universitária Prof. José Mariano da Rocha Filho, onde acontece a maior parte de suas atividades acadêmicas e administrativas. Possui, ainda, três campi fora de sede: um em Frederico Westphalen, um em Palmeira das Missões e outro em Cachoeira do Sul.
Além dos campi, a atual estrutura é composta por doze Unidades Universitárias: Centro de Artes e Letras, Centro de Ciências Naturais e Exatas, Centro de Ciências Rurais, Centro de Ciências da Saúde, Centro de Ciências Sociais e Humanas, Centro de Educação, Centro de Educação Física e Desportos, Colégio Politécnico, Centro de Tecnologia, Colégio Técnico Industrial de Santa Maria, Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins, Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo.
No ensino presencial, oferece 131 cursos/habilitações de graduação, sendo 11 cursos superiores de tecnologia, 37 de licenciatura plena e 83 de bacharelado. Além disso, a instituição oferta 106 cursos de pós-graduação, sendo 34 de doutorado, 59 de mestrado, 12 de especialização e um programa de pós-doutorado. Na educação básica e técnica, são 24 cursos técnicos pós-médios, 4 técnicos para ensino médio, um curso de ensino médio e um curso de educação infantil.
O corpo discente é constituído de aproximadamente 30 mil estudantes, sendo 27 mil na modalidade presencial e 3 mil na modalidade de ensino a distância. O quadro de pessoal conta com cerca de 5 mil servidores. Destes, 2.2 mil são docentes e 2,8 mil são técnico-administrativos em educação.
(Dados de 21.11.2019. Para dados atualizados, consultar o Portal UFSM em Números)
O estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre, inteiramente alagado durante as inundações que arrasaram a cidade durante o El Niño de 2024: evidências indicam que o fenômeno este ano será ainda mais severo, provocando secas e inundações. Preparar-se antes requer planejamento e organização. Agir depois que a tragédia começou custa muito mais dinheiro - e vidas.
AP Photo/Carlos Macedo
Ainda não se sabe a intensidade exata do fenômeno, mas os sinais são suficientemente consistentes para justificar decisões e planejamento antecipado por parte dos governos e organizações da sociedade civil
Del tamaño de un caimán pequeño, Silescelida acristata vivió hace 240 millones de años y ofrece pistas sobre el origen de grupos de animales que transformarían los ecosistemas terrestres para siempre.
Ilustração de Matheus Fernandes
Los restos de un animal de hace 240 millones de años hallado en Brasil aporta información sobre las diferentes formas corporales, posturas y modos de locomoción de estos grupos de reptiles.
About the size of a small alligator, the Silescelida acristata lived 240 million years ago and holds clues to the origin of animal groups that would transform terrestrial ecosystems forever.
Illustration by Matheus Fernandes
A 240-million-year-old animal helps us understand a period before the rise of dinosaurs and crocodiles, when their close relatives were still experimenting with different body shapes, postures, and modes of locomotion
Do tamanho de um pequeno jacaré, o Silescelida acristata viveu há 240 milhões de anos e guarda pistas sobre a origem de grupos de animais que transformariam os ecossistemas terrestres para sempre.
Ilustração de Matheus Fernandes
Animal de 240 milhões de anos ajuda a entender uma fase anterior à ascensão dos dinossauros e crocodilos, quando seus parentes próximos ainda estavam experimentando diferentes formas de corpo, postura e locomoção
Luiz Antonio Elias, presidente da Finep, durante o seminário O Brasil Pós-COP 30, realizado nesta terça-feira, dia 27 de janeiro: os manguezais, que junto com os recifes de corais são bases ecológicas e econômicas para inúmeras comunidades, encontram-se sob pressão crescente e comprometem o turismo e a segurança alimentar. Esse é um dos desafios climáticos que o Brasil precisará enfrentar.
Livro reúne estudos de 95 pesquisadores que combinam ciência com visão estratégica para os desafios para o País. Brasil precisa ocupar um lugar de protagonismo, amparado em sua biodiversidade, em sua matriz energética renovável e em sua capacidade científica
O Tainrakuasuchus bellator deslocava-se sobre quatro patas e apresentava uma dieta carnívora. Quando ele existiu, Brasil e África ainda estavam unidos em um único supercontinente, a Pangeia.
Caio Fantini
Brasil e da África compartilham uma história evolutiva comum, com ecossistemas semelhantes e linhagens aparentadas vivendo em regiões que hoje se encontram separadas
Com apenas 3% de sua área sob proteção oficial, o Pampa é o bioma mais ameaçado de extinção do Brasil. Um perigo real, imediato e ocultado por uma profunda crise de visibilidade ofuscada pela desinformação incentivada pelos interesses do agronegócio.
Foto: Fernando Bozza / Wikipedia
Desinformação ambiental, que evoluiu do negacionismo explícito para táticas mais sutis e aprimoradas, é vetor central da degradação do Pampa, bioma que, proporcionalmente, mais perdeu cobertura natural nas últimas décadas
Os impactos das mudanças do clima geralmente são mais associados aos ecossistemas terrestres, deixando em segundo plano a conexão com o oceano. Porém, a perda de ecossistemas costeiros, como recifes de coral (foto) e manguezais, que são importantíssimos fixadores de carbono, soma-se ao desmatamento das florestas para agravar ainda mais o problema, e não pode ser negligenciada.
Foto: João Paulo Krajewski
Mariana Bender, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); Guilherme Longo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Leandra Gonçalves, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP); Marina Nasri Sissini, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), and Rafael Magris, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
É o momento de incluir a saúde dos oceanos nas discussões climáticas em Belém
Representação paleoartística de dinossauros herrerassaurídeos durante conflito entre dois animais da mesma espécie: um comportamento típico dessas disputas é a chamada “face-biting”, ou “mordida facial”.
Foto: Caio Fantini
Padrões de ferimentos no crânio dos mais antigos dinossauros carnívoros do mundo sugerem que brigas parecem ter sido parte do cotidiano desses animais, possivelmente em disputas por território, comida ou parceiros
Stand do Brasil na COP29, anunciando o evento do ano que vem: escolha de Belém para sediar a COP30 destaca os interesses políticos e econômicos em jogo na região, mas também expõe expõe a desigualdade social e os problemas ambientais históricos e cada vez mais urgentes na cidade em particular, e na Amazônia como um todo.
AP Photo/Sergei Grits
Jornalismo pode contribuir para alterar a percepção pública sobre as mudanças climáticas e o modo como entendemos o que é desenvolvimento
Parente dos jacarés e crocodilos, o Parvosuchus aurelioi viveu na região onde hoje é o Brasil entre 247 e 237 milhões de anos atrás.
Matheus Fernandes Gadelha
Com parentes na China e Argentina, o Parvosuchus aurelioi foi encontrado pela primeira vez no Brasil por um apaixonado por paleontologia, que doou o fóssil para estudos
Equipe de telejornalismo em ação durante as cheias em Porto Alegre: muito além do testemunho histórico, abordar temas como a injustiça ambiental que as mudanças climáticas evidenciam são fundamentais para despertar a sociedade para a real dimensão do problema.
Reprodução / Portal UPF
Aumento da consciência ambiental e ampla divulgação científica têm levado setores da cobertura jornalística a tratar com mais profundidade e consciência ambiental as mudanças climáticas e a importância das políticas públicas sobre o tema
Plantação de soja lado a lado com floresta virgem nas imediações de Santarém, no Pará: o sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta está entre as alternativas já existentes de associação da produção agrária com a conservação dos recursos naturais, que ajuda a mitigar impactos da crise climática.
AP Photo/Leo Correa
Uma agricultura mais sustentável, aliada à recuperação das florestas, pode garantir a quantidade, a qualidade e o preço necessários a um acesso democrático à alimentação de qualidade em todo o mundo
A lenta volta para casa em meio à retirada de entulho em São Leopoldo, RS: com a baixa das águas, micro-organismos causadores de doenças emergem da lama e do lixo acumulados.
Pedro Ladeira/Folhapress
Água, lama, lixo, aglomerações em abrigos, animais abandonados: juntos, esses elementos criam condições ideias para uma tempestade perfeita, numa crise sanitária que pode durar muito além das enchentes