Articles on Neurologia

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Nas últimas duas décadas, estudos observaram que pessoas que usam medicamentos para dormir apresentam maior frequência de doença de Alzheimer anos depois. À primeira vista, a conclusão parece ser que o medicamento aumenta o risco. Mas nem sempre uma associação significa que uma coisa causa a outra. Foto: Envato

Remédios para dormir aumentam as chances de Alzheimer? Confira o que a Ciência já sabe

Ainda não há uma resposta conclusiva a essa pergunta. Mas certamente o uso prolongado desses medicamentos está associado a diversos efeitos adversos sobre a cognição e a saúde
Pesquisadores brasileiros publicam pesquisa inédita que utiliza o vírus HTLV-1 como fonte de estudo para propor avanços no tratamento de pacientes com degeneração crônica dos neurônios e outras células cerebrais. Imagem: Magnific/Freepik

Esclerose Múltipla: um vírus ensina a neurologia a salvar células cerebrais

Trabalho liderado por brasileiros reúne evidências para propor a mielopatia causada pelo vírus HTLV-1 como um modelo humano de neurodegeneração progressiva
A dimetiltriptamina (ou DMT) é um psicodélico de ação rápida, conhecido por produzir alterações profundas da percepção, é o principal componente psicodélico da ayahuasca, cuja história antecede em muitos séculos a investigação científica moderna e é utilizada por diferentes povos originários da Amazônia em contextos cerimoniais, espirituais e terapêuticos. AP Photo/Martin Mejia

Psicodélico presente na ayahuasca pode ajudar o cérebro a produzir novos neurônios

Séries de estudos têm evidenciado que a dimetiltriptamina, ou DMT, deixa as células cerebrais mais dispostas a se multiplicar sem alterar o rumo de sua maturação, o que pode derrubar a crença de que o cérebro adulto não se regenera
Com tecnologias cada vez mais complexas, a neurociência computacional busca restaurar movimentos, detectar sintomas de doenças mentais ou degenerativas e entender como pensamos. Imagem gerada por IA / Magnific

Como os computadores estão ajudando cientistas a decifrar os segredos do cérebro

Com a neurociência computacional, surgem tecnologias capazes de prever crises epilépticas e restaurar movimentos em pessoas paralisadas.
O resultado do estudo demonstrou que é possível usar com sucesso um sensor externo para medir a pressão intracraniana e realizar um tratamento individualizado de pacientes com lesões cerebrais graves. Pesquisa brasileira foi publicada na revista Critical Care, do grupo Springer Nature, uma das referências mundiais em medicina intensiva. Foto: Envato / Furmanphoto

Estudo valida tecnologia brasileira inovadora para monitorar pacientes neurocríticos em UTIs

Descoberta abre caminho para um manejo individualizado e mais seguro de paciente com lesões cerebrais graves, sem a necessidade de procedimentos cirúrgicos
No Brasil, a desigualdade socioeconômica, violência urbana, insegurança alimentar e fragilidades educacionais constituem fatores de risco importantes para o adoecimento psíquico. Imagem: Fotorech/Pixabay

Os desafios da saúde mental no Brasil e no mundo

Desigualdade socioeconômica, violência urbana, insegurança alimentar e fragilidades educacionais constituem fatores de risco importantes para o adoecimento psíquico, especialmente no Brasil
Pesquisas indicam que entre 0,5% a 10% dos casos inicialmente atribuídos à demência são, na verdade, relacionados à hidrocefalia de pressão normal (HPN). Foto: Envato

Hidrocefalia de pressão normal: mudanças no andar e na memória de idosos nem sempre indicam sinais de demência

Pesquisas indicam que entre 0,5% a 10% dos casos inicialmente atribuídos à demência são, na verdade, relacionados à hidrocefalia de pressão normal
Em atividades como correr ao ar livre, os fractais visuais das árvores, a irregularidade do terreno e os sons da mata ativam redes de atenção involuntária, permitindo o descanso do córtex pré-frontal e favorecendo a neuroplasticidade, num fenômeno que pode ser descrito como “simbiose neural”. Imagem gerada por IA, via Envato Labs

Entenda o que é simbiose neural como terapia para desordens afetivas e o dilema evolutivo da espécie humana

Trabalhos bem consolidados mostram que os neurônios gerados no hipocampo durante a idade adulta são necessários para a expressão normal dos hormônios relacionados ao estresse.
Na Uerj, foram estudados 116 pacientes com esclerose múltipla. A ideia foi compreender por que o medicamento indicado para a doença pode funcionar muito bem para algumas pessoas, ter pouco efeito em outras ou até causar efeitos indesejáveis. Imagem: Drazen Zigic/Freepik

Esclerose múltipla: estudo pioneiro usa genética para entender a resposta de pacientes aos medicamentos

Estudo de pesquisadores da Uerj trouxe avanços que podem ajudar não apenas a prever quem responderá melhor ao tratamento contra a doença, mas também a ajustar doses e estratégias terapêuticas
Nos símbolos universais do autismo, a evolução sobre a compreensão do transtorno: o mais antigo, um quebra-cabeça, sinaliza a dificuldade da sociedade de compreender as pessoas do espectro. Depois, a fita da conscientização, criado em 1999, que representa a diversidade e a inclusão dos autistas na sociedade. Por fim, o símbolo do infinito, elaborado pela própria comunidade autista, que expressa a esperança e o potencial de crescimento das pessoas com TEA. Reprodução / Internet

Neurociência e estudos de biologia evolutiva indicam: autismo pode ser o próximo passo da evolução humana

Pesquisas apontam que o aumento do percentual de indivíduos com capacidades excepcionais de sistematização e reconhecimento de padrões sugere que o futuro da organização social humana poderá ser profundamente influenciado pela neurodivergência
Células de glioblastoma onde observamos a presença da proteína prion marcada em vermelho, e de um de seus parceiros em verde. O núcleo das células é corado em azul. Apesar de estar vinculada à formação de diversas doenças neurológicas agressivas, as proteínas príons também têm seu lado protetor e essencial para a saúde neural. Imagem: Rodrigo Nunes e Mariana Prado

Biologia celular: A surpreendente jornada da proteína prion no cérebro

Apesar de estar vinculada à formação de diversas doenças neurológicas agressivas, as proteínas príons também têm seu lado protetor e essencial para a saúde neural
Pesquisas feitas por cientistas da USP e da UFRJ mostram que uma proteína, ainda pouco estudada, tem grande potencial no tratamento de lesões do sistema nervoso periférico e dores neuropáticas. Foto gerada por IA via Freepik

Pesquisa brasileira investiga proteína do cérebro que pode ajudar a regenerar nervos

Proteína pouco estudada pode ser a chave para tratamentos de dores provocadas por doenças como diabetes, hanseníase ou síndromes do Túnel do Carpo ou Guillain-Barré
Pesquisadores brasileiros investigam o papel de RNAs na origem de doenças causadas por príons, as proteínas anormais que podem causar problemas neurodegenerativos em humanos e animais. Foto: Freepik

Vaca‑louca: Como proteínas podem infectar seres vivos?

Pesquisadores brasileiros investigam o papel de RNAs na origem de doenças causadas por príons
Quanto mais prematura a criança, maiores são as chances de dificuldades associadas ao desenvolvimento cerebral. Portanto, é essencial fazer o monitoramento neurológico rigoroso dessas crianças, oferecendo a elas a possibilidade de diagnóstico precoce e intervenção médica rápida. Imagem: Envato/Mvaligursky

Nova plataforma reduz custo e facilita monitoramento neurológico de prematuros

Estima-se o nascimento de 340 mil bebês prematuros por ano no Brasil, sendo que ao menos metade dessas crianças poderá apresentar alguma alteração no neurodesenvolvimento nos primeiros anos de vida
O isolamento social geralmente piora o estado emocional das pessoas. Mas estudos recentes mostram que também pode melhorar significativamente o comportamento dos mais ansiosos.

Saúde mental: estudo mostra que isolamento social também pode aliviar sintomas de ansiedade e depressão

Pesquisa com cobaias mostra que o isolamento social geralmente piora o estado emocional de indivíduos comuns, mas melhora significativamente o comportamento dos mais ansiosos
As crianças participantes do estudo cometeram menos erros ao realizar tarefas ouvindo música de fundo. O tempo de reação dos jovens, no entanto, não mudou significativamente. Isso sugere que a música não melhora diretamente a capacidade atencional, mas pode criar um ambiente mais propício para o foco e a persistência.

Ouvir música instrumental pode ajudar crianças a cometerem menos erros por desatenção

Cerca de 5% da população mundial sofre com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade e a música pode ajudar a minimizar os impactos do problema sobre o desempenho escolar dos jovens pacientes
Robert De Niro e Robin Williams no filme ‘Tempo de Despertar’. Vale a pena resolver uma pandemia em que o último sobrevivente morreu há duas décadas? A encefalite letárgica não foi a primeira epidemia neurológica e, se não a solucionarmos, não estaremos preparados para a próxima. Everett Collection Inc / Alamy Stock Photo

Encefalite letárgica: a doença misteriosa que inspirou o filme ‘Tempo de Despertar’ finalmente começa a dar algumas pistas

Revisitar uma doença que afetou um milhão de pessoas pode fornecer as respostas de que precisamos para o futuro.
Jovem fumando skunk durante um festival de música em Assunção, no Paraguai: resultados mais recentes de um estudo internacional de longa duração mostram que a já constatada associação entre o consumo de maconha por jovens e a ocorrência de sintomas psicóticos varia consideravelmente em razão da “potência psicoativa” da Cannabis utilizada. Especialmente, se o consumo se inicia na adolescência.

Potência da cannabis: novo elemento no debate sobre maconha e saúde mental

Novos resultados de um estudo internacional de longa duração mostra que a já constatada associação entre o consumo de maconha por jovens e a ocorrência de sintomas psicóticos varia consideravelmente em razão da “potência psicoativa” da Cannabis utilizada. Especialmente, se o consumo se inicia na adolescência.
Os problemas de memória também estão ligados à capacidade do cérebro de ‘construir’ novas lembranças e ‘reconstruir’ as antigas. Esse processo, sempre dinâmico, também tem o esquecimento como importante ingrediente. Shutterstock

Muito além dos neurônios: ‘Esquecer’ é tão importante quanto ‘lembrar’ para a longevidade da memória

O cérebro não possui um ‘disco rígido’ onde as nossas lembranças são armazenadas. Diferentes sistemas de memória são processados em distintas regiões do órgão, que se reorganiza também em função de estados emocionais
Imagem de microscópio na qual os neurônios do hipocampo (uma região essencial para a memória), conectados ao córtex, são fluorescentes. Maxime Villet et Clara Sanchez

Como as memórias são armazenadas em nosso cérebro?

Em que parte do cérebro nossa memória é armazenada? Na realidade, não existe uma área única dedicada ao armazenamento de nossas memórias, mas sim redes de neurônios distribuídas por todo o cérebro.

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